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Quem Sou

Sou carioca da gema, nasci em 1955, num momento de paz, com as portas fechadas. Hoje, com 70 anos externos e uns 50 anos internos, dessa data para os dias de hoje, já foram abertas e fechadas as portas do inferno em cinco grandes guerras ditas importantes e outras quatro mais pontuais, não menos importantes. Mas hoje temos temos ainda uma guerra com a porta aberta. A guerra não para, infelizmente.

Meu primeiro contato com ação sobre batalhas e fatos militares foi através de meu pai, mostrando-me a Segunda Guerra Mundial em preto e branco, no início dos anos 60, pela TV. Via Churchill com seu "V" da Vitória e sua gloriosa Marinha na caça de “Afundem o Bismarck”, os discursos de Hitler, sem nada entender, e por aí segui gostando de tudo que se relacionava a essa guerra.

Minha infância, junto com meu saudoso primo e amigos, era feita de armas de espoleta e brincadeiras de ser soldado da Segunda Guerra, onde eu era americano, vestido de Sargento Saunders, da série de TV dos anos 60  Combate , e meu primo, sempre de alemão.

Mas agregando à Segunda Guerra, veio o hard rock, junto com os carros e motos, nos anos 70. As talas largas dominavam, com os Fuscas e Brasílias com rodas para fora dos para-lamas, com a polícia atrás e muito rock and roll nos toca-fitas TKR, cara preta. Daí o meu trinômio: carro e moto, hard rock e Segunda Guerra dominavam meus hobbies. Agora tenho as 1º edições inglesas do Led Zeppelin, moto esportiva, tive carros esportivos e com a vida mais estabelecida, vieram as viagens aos cenários onde a guerra passou.

O destino não poderia ser outro: a Europa — cultural, histórica, berço de várias culturas e de diferente dos padrões. Meu foco eram os cenários por onde a Segunda Guerra passou, e os visitei mais de uma vez. Daí ver e sentir de perto os 70, 75 e 80 anos do Dia D na Normandia (e todo o seu entorno), Caen, Dieppe, Dunquerque, dentre diversas outras cidades (França), Luxemburgo e sua floresta da Ardenas, conhecer Volvogrado (ex-Stalingrado) e Moscou (Rússia), Berlim, Bremen, Hamburgo, Munique, Nuremberg, Berchtesgaden, Colinas de Seelow, dentre outras cidades (Alemanha), e muitas idas a Bastogne e todo o seu entorno (Bélgica), Budapeste (Hungria), Praga (Rep. Tcheca), Bratislava(Eslováquia) Roma e Milão (Itália), Arnhem e arredores (Holanda), Atenas e Ilha de Milos (Grécia), dentre outros mais Países.

Juntando tudo, ao longo desses últimos 13 anos, quis ter algo inicialmente para mim: uma leitura direta do que realmente aconteceu nas batalhas, combates e com os personagens principais, dia a dia. Mas entendi que esta obra precisava ser compartilhada e decidi abrir para todos, em dois livros:  Abrindo as Portas do Inferno  e  Fechando as Portas do Inferno.

 

Boa leitura a todos.

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